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Importância do Turismo Pedagógico na formação dos estudantes.


A viagem e o conhecimento são dois conceitos que andam lado a lado, pois, a experiência adquirida no momento da visita a um determinado destino é capaz de modificar o indivíduo e sua forma de pensar em relação a atividades de seu cotidiano, compreendendo a cultura de determinada tribo ou moradores locais, a culinária típica da região ou até mesmo as características físicas do espaço geográfico. É exatamente esta visão de desenvolvimento intelectual que merece ser abordada e oferecida de forma a contribuir para o desenvolvimento de jovens e adultos. (GIANSANTI, 2008).

As viagens Pedagógicas ganharam destaque ao longo do tempo; na Europa desde a década de 80 já haviam viagens de intercâmbios com programas estudantis, nos Estados Unidos estas viagens foram nomeadas como viagens de campo (Field Trips) e no Reino Unido como viagem escolar (SchoolTrip). No cenário brasileiro, as escolas utilizam diferentes denominações para o turismo pedagógico, sendo elas: “visitas técnicas ou vistur”, “estudo do meio”, “atividades extraclasse”, “trabalhos de campo”, “viagens de estudo”, “vivencia extraclasse, “turismo educacional”, “turismo estudantil” e “turismo de intercambio”.

Relacionando as viagens ao ambiente escolar, é necessário ressaltar que muitas escolas públicas e particulares incluem a prática do turismo pedagógico em sua grade disciplinar, para aliar a teoria e prática, obedecendo como referência os marcos legais pedagógicos que regem a educação em âmbito nacional através dos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN’s).Os marcos legais instituem que na formação do indivíduo deve haver a “compreensão do ambiente natural e social, do sistema político, da tecnologia, das artes e dos valores em que se fundamenta a sociedade”, ao lado do “pleno domínio da leitura, da escrita e do cálculo”. (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, 1996).

Com isso, o turismo pedagógico vem sendo considerado um importante instrumento de aprendizagem cada vez mais adotado em escolas do modelo privado em todo o país, pois oferece ao aluno a oportunidade de vivenciar diversos temas que antes eram apenas abordados de forma teórica na sala de aula. Essa prática é capaz de auxiliar no desenvolvimento do aluno, pois o insere no ambiente físico, geográfico e ecológico, proporcionando a observação espacial e vivencial do conteúdo de forma lúdica e de fácil absorção; uma vez visitando a localidade estudada, torna-se mais fácil a compreensão da dinâmica entre os elementos que a compõem. (GAGNÉ, 1971).

REFERÊNCIAS:

GIANSANTI, Roberto. Viagem do conhecimento National Geographic Brasil: Guia para educadores - São Paulo: Editora Abril, 2008.

GAGNÉ Robert M. Capítulo 04 do Livro de Texto Teorias de Aprendizagem..

 

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